12 de mar. de 2007

Achocolatado Todinho 'T-Nutre' é recolhido das prateleiras

Lançado no segundo semestre do ano passado, o Toddynho Complexo T-Nutre, da americana Pepsico, está sendo recolhido em todos os supermercados do país. Os produtos com data de validade até 28 de agosto deste ano não devem ser consumidos.

É o primeiro recall da marca líder de leite flavorizado, com cerca de 30% de participação de mercado, segundo a ACNielsen. O produto teve um erro na formulação. Foi adicionado uma porção de cálcio a mais na fórmula. Com isso, há uma precipitação no líquido, alterando o sabor do produto, deixando-o azedo.O erro foi descoberto esta semana, de acordo com a central de atendimento ao cliente da companhia (0800-703-2222).

Segundo testes feitos em laboratórios, não foram detectadas bactérias no produto, disse a atendente da companhia. Fazem parte do recall todos os sabores da linha, como Chocolate, Fit, Brigadeiro e Napolitano. No entanto, de acordo com redes varejistas, o produto pode causar reações adversas ao organismo, como diarréia.

O consumidor que já tiver comprado o Toddynho T-Nutre pode entrar em contato com a empresa e pedir o ressarcimento. Nesta quinta-feira, a empresa não quis comentar o assunto. Segundo Angelo Faria, gerente comercial do Prezunic, com 27 lojas no Rio, a Pepsico enviou comunicado às redes varejistas no mesmo dia.

À tarde, os produtos já haviam sido recolhidos das prateleiras:"Recolhemos quase 173 mil unidades do achocolatado em nossas lojas".Na Companhia Brasileira de Distribuição (das marcas Pão de Açúcar e Sendas), os produtos também começaram a ser retirados nesta quinta-feira.

Fonte: Da Agência O Globo

Sob pressão.....só o governo q não vê.


Quase 50% dos professores brasileiros apresentam sintomas de estresse ou depressão.

Os mais jovens são os que têm mais dificuldade para lidar com os problemas da profissão; muitos optam por abandonar o ofício.

O professor está doente. Excesso de trabalho, indisciplina em sala de aula, salário baixo, pressão da direção, violência, demandas de pais de alunos, bombardeio de informações, desgaste físico e, principalmente, a falta de reconhecimento de sua atividade são algumas das causas de estresse, ansiedade e depressão que vêm acometendo os docentes brasileiros.

Profissionais de saúde e de educação dão cada vez mais atenção a fatores que afetam a saúde psicológica do professor. Ainda que pouco seja feito em termos de políticas públicas e educacionais para prevenção, acompanhamento e tratamento de casos genericamente classificados como de estresse, pesquisas começam a identificar a origem do mal e a apontar caminhos para mudanças.

Em artigo publicado em 2005 na revista Educação e Pesquisa, da Faculdade de Educação da USP, as pesquisadoras Sandra Gasparini, Sandhi Barreto e Ada Assunção, do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG, citam estudos realizados em várias localidades - Belo Horizonte e Montes Claros (MG), Vitória da Conquista e Salvador (BA), Santa Maria (RS) e Campinas (SP), entre outras - para aferir as condições de saúde do professor, a incidência dos pedidos de licença médica e suas motivações.

Partindo da hipótese de que as condições de trabalho - excesso de tarefas e ruídos, pressão por requalificação profissional, falta de apoio institucional e de docentes em número necessário, entre outras - geram um sobreesforço na realização de suas tarefas, o estudo conclui que os resultados aferidos nas diversas cidades são convergentes e que os professores estão mais sujeitos que outros grupos a terem transtornos psíquicos de intensidade variada.

Muitos desses elementos de pressão são fruto de uma reconfiguração do mundo do trabalho, que não foi realizada a contento no que diz respeito a suprir as necessidades do professor na mesma escala em que é cobrado. "O sistema escolar transfere ao profissional a responsabilidade por cobrir as lacunas existentes na instituição, a qual estabelece mecanismos rígidos e redundantes de avaliação profissional", diz Sandra Gasparini.

Um dos problemas mais comuns na atividade de educador é a síndrome de burnout (veja texto). Suas causas estão na ocupação profissional, principalmente entre trabalhadores que lidam diretamente com pessoas e demandas variadas. É comum entre médicos, enfermeiros, policiais e, é claro, professores.

Vista como epidemia no meio educacional, essa síndrome não é exclusividade brasileira. Estudos na década de 1980 já apontavam altíssima incidência do problema entre os docentes norte-americanos. Entretanto, por estar sendo estudada há relativamente pouco tempo, ainda é difícil avaliar o desenvolvimento do burnout nas diferentes atuações profissionais. De qualquer maneira, as mudanças sociais das últimas décadas - que, para ficarmos no caso brasileiro, alteraram a cultura e os interesses do alunado, aumentaram a violência nos centros urbanos e diversificaram e intensificaram o acesso à informação - entraram na escola e tornaram-se fatores motivadores de estresse entre os professores.

A Universidade de Brasília (UnB) realizou, a partir de um acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), uma grande pesquisa nacional no final da década passada sobre o burnout com 52 mil trabalhadores em 1.440 escolas. Esse trabalho foi publicado no livro Educação: Carinho e Trabalho (Editora Vozes, 434 páginas). Os resultados mostraram que 48% dos entrevistados apresentavam algum sintoma da síndrome.

A coordenadora do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB e uma das pesquisadoras envolvidas no estudo, Iône Vasques-Menezes, destaca no meio desses números preocupantes que, de certa forma, o profissional está mais sujeito ao burnout, pois a situação da sociedade é outra. Ela lembra que até o início da década de 1960 o professor era valorizado.

Uma pesquisa mais recente, de 2003, feita pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) apresentou resultados semelhantes: 46% dos professores já tiveram diagnosticado algum tipo de estresse - entre as mulheres esse número chega a 51%.

No Mato Grosso do Sul, segundo dados da CNTE e da Federação dos Trabalhadores em Educação do Mato Grosso do Sul, mais de 60% das licenças médicas concedidas aos trabalhadores em educação no Estado são para professores. Do total de licenças, 38% estão relacionadas a transtornos mentais e comportamentais, o principal motivo dos afastamentos.

A deterioração

Celso dos Santos Filho é médico residente do setor de psiquiatria do Hospital do Servidor, em São Paulo. Ele diz que atende a um número considerável de professores que buscam ajuda psiquiátrica com os mais diversos transtornos.

"Há uma desvalorização gradual do papel do professor. Ele se sente cada vez menos valorizado, o que afeta a prática profissional e a auto-estima", conta. Tais perturbações deságuam em "dificuldade para ir ao trabalho, insônia, choro fácil". O médico nota que as reclamações mais comuns desse sentimento de depreciação da atividade apontam para a falta de autoridade sobre os alunos e para a ausência de apoio institucional e das famílias dos alunos.

Existem dados que balizam a fala do psiquiatra: a Unesco fez, em 2002, uma grande pesquisa sobre o perfil do professor brasileiro. Em uma das questões sobre a percepção que tinham do próprio trabalho, 54,8% afirmaram ser um problema manter a disciplina em sala de aula; 51,9% mencionaram as características sociais dos alunos; e 44,8%, a relação com os pais.

Outros pontos críticos estão relacionados com o volume de trabalho e a falta de tempo para preparar aulas e corrigir avaliações. De todo modo, as questões que envolvem relações humanas, que são a essência da educação, demonstram ser obstáculos difíceis para os professores.A síndrome do esgotamento profissional,conhecida como síndrome de burnout,foi batizada nos anos 70. O nome vem da expressão em inglês to burn out, ou seja, queimar completamente, consumir-se.

"A gente deixa de fazer o trabalho para ficar chamando a atenção de aluno para tirar o pé da cadeira e para fazer silêncio. Isso os pais deveriam ensinar", revolta-se uma professora da rede pública paulista. "Nas reuniões, os pais dos alunos que não têm problemas aparecem; os que têm, raramente vão." A psicóloga e professora da PUC-Campinas, Marilda Lipp, concorda com a professora: "As crianças estão mal-educadas. Mas ao mesmo tempo em que os pais desvalorizam os professores, passam a eles a responsabilidade de educar os filhos".

Marilda, que também é diretora do Centro Psicológico de Controle do Estresse e autora e organizadora de diversos estudos sobre o assunto - como o livro O Estresse do Professor (Papirus, 146 páginas), acredita que problemas semelhantes ocorram em várias ocupações. "Mas o dano que um professor pode causar é muito maior, pois o estresse é emocionalmente contagiante."

De acordo com uma pesquisa orientada pelo psicólogo e professor da UERJ, Francisco Nunes Sobrinho, um fator determinante do burnout é a idade do professor. Pelos resultados, educadores mais jovens fazem uso exagerado de "controle aversivo". "Eles, por exemplo, gritam mais com o aluno para tentar controlar a disciplina. Se o professor ameaça demais, ele também pode criar um clima de estresse", explica.

Problema abrangente

A deterioração da atividade docente não acontece apenas no ensino público, o privado também sofre de mal semelhante. "A relação entre professor e aluno se transformou em relação professor-cliente", condena Rita Fraga, diretora do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP). Apesar de trabalhar com profissionais da rede particular do Estado, ou seja, que supostamente figuram entre os mais bem remunerados do país e com uma boa infra-estrutura de ensino disponível, o sindicato nota um aumento do estresse no seu público. Rita avalia que muitos professores são pressionados pelos interesses mercadológicos da escola e, assim, muitas vezes não têm suporte da instituição em situações de enfrentamento com os alunos. "Com medo de perder o emprego, ele se sujeita a esse tipo de situação."

Entretanto, ela identifica que a maior quantidade de casos está no ensino fundamental. "São professores com problemas somáticos - depressão, ansiedade, às vezes síndrome do pânico - e, em alguns casos, se houve um assalto na escola, por exemplo, depressão pós-trauma", diagnostica. De acordo com Alexandrina, "entre 30% e 40% acabam desistindo da profissão, o que caracteriza que o problema é decorrente da ocupação".

O tratamento, segundo a psiquiatra, varia muito. "Dependendo do grau de desgaste, a pessoa pode passar somente por psicoterapia, ser medicada temporariamente com ansiolítico ou antidepressivo e, às vezes, tem de ser deslocada para uma função burocrática ou passar a trabalhar com outros tipos de alunos."48% das pessoas que trabalham em escolas apresentam algum sintoma de estresse, segundo pesquisa realizada em âmbito nacional pela Universidade de Brasília.

Uma preocupação de Alexandrina é com a violência. Chaga dos grandes centros urbanos do país, a violência é apontada por muitos pesquisadores como um fator estressor importante que atinge comumente os professores que lecionam em escolas situadas em regiões de risco, com altos índices de criminalidade e, em alguns casos, presença do tráfico de drogas.

Ainda que a violência possa atingir direta ou indiretamente qualquer um, "a gente tem de dar um enfoque maior para a escola, pois ela lida com a criança e com o adolescente que serão cidadãos, e é nesse meio que a violência é cultuada", alerta a psiquiatra.

Origens múltiplas

"O burnout é uma síndrome multideterminada, ou seja, uma combinação de fatores facilita o surgimento dela", explana Iône Vasques-Menezes, da UnB. Dessa maneira, ainda que as dificuldades com disciplina, desvalorização da atividade e exposição à violência despontem como seus principais causadores, não se pode desprezar outros motivadores das doenças psicossomáticas dos professores.

Marilda Lipp, da PUC-Campinas, cita o tecnoestresse, que seria o contato cada vez mais freqüente com tecnologias em sua atividade escolar, o que demanda conhecimento de processos e, em muitos casos, um aumento da carga de trabalho para fazer relatórios via rede, por exemplo.

Francisco Nunes Sobrinho, da UERJ, tem como referencial a ergonomia. "Você pode ficar estressado, dentro da ergonomia cognitiva (disciplina que estuda os processos cognitivos em situações de trabalho), pelo excesso de informação que recebe. Isso pode provocar uma descompensação, pois o problema maior é não saber o que fazer, não ter uma resposta para a situação", explica. Ele adverte também que o ambiente físico é um estressor. O incômodo gerado pelo ruído excessivo ou pela temperatura elevada podem contribuir bastante para o desenvolvimento de um estresse crônico entre os professores.

Por onde começar?

Como as causas dos problemas psicológicos dos professores têm origens distintas, os caminhos para sua solução também são variados. A presidente da CNTE, Juçara Vieira, lembra do que é óbvio para começar a valorizar a profissão, mas que costuma ser esquecido com assustadora regularidade: o salário. "O importante é se ter um piso salarial que permita, por exemplo, trabalhar para apenas uma escola", comenta.

Ela cita também a necessidade de ter uma escola democrática que fortaleça as relações interpessoais e de aplicar políticas públicas de formação permanente. Nunes Sobrinho corrobora a tese de que é preciso preparar os professores. "A mudança do cenário passa pela formação das pessoas, por começar a incorporar no currículo algumas questões de comportamento." O psicólogo dá um exemplo que presenciou:

"Trabalhei em uma escola de periferia em que a criança levava um bilhete chamando o pai para uma reunião, e ela era espancada antes mesmo de o pai saber do que se tratava. Isso demonstra que a professora só trabalha com o lado negativo. O pai só é chamado para ouvir crítica. O professor ainda não aprendeu que tem de chamar o pai também para fazer elogios. Quando começaram a chamar alguns pais para elogios, as crianças queriam que os seus pais fossem chamados também".

Para Iône, há na atividade a sensação de que se dá muito, mas não se recebe nada em troca, o que provoca insegurança e desânimo. Ela acredita que o professor precisa de afeto para transmitir conhecimento.

"Se ele não gostar dos alunos, não conseguirá transmitir nada." A psicóloga da UnB acha difícil estabelecer uma única linha de atuação para diminuir o burnout. "Se é uma síndrome de trabalho, teria de mudar a organização do trabalho dependendo das condições em que ocorre naquela comunidade".

Ela esclarece que em uma cidade pequena, ainda que a infra-estrutura da escola seja inferior quando comparada à de um grande centro desenvolvido, a proximidade com a sociedade local acaba compensando e o professor fica menos exposto. "É mais fácil identificar fatores que protejam contra o burnout do que os causadores - controle sobre o trabalho, suporte social, ligação da escola com a comunidade, reconhecimento social."55% dos professores brasileiros ouvidos em pesquisa da Unesco afirmaram ter problemas para manter a disciplina em sala de aula.

Com uma abordagem menos voltada para a idéia de síndrome trabalhista, a professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), Sandra de Almeida, avisa que o professor se apresenta com uma expressão de grande sofrimento psíquico e um mal-estar visível. Ela baseia suas afirmações em pesquisas realizadas com docentes na complementação pedagógica para professores do magistério no Distrito Federal, dos quais "cerca de 20% têm licenças médicas motivadas por estresse".

Isso tem como conseqüência o absenteísmo, ou seja, os professores faltam muito. "Eles fazem pedidos de transferência para secretaria, fazem de tudo para não estarem presentes em sala de aula", relata. "Quando nada mais funciona, utilizam o recurso da licença médica."

Sobre as críticas de diversas secretarias de educação de que muitos professores querem licenças simplesmente para matar trabalho, a psicóloga retruca: "é claro que muito disso pode ser 'mais ou menos fingido', mas tem um valor psíquico para o sujeito. Por que ele se apresentaria como um sofredor? Podemos chegar à conclusão de que isso não se configura como depressão, mas pode ser um estresse".

Sandra destaca que o professor não é escutado no ambiente escolar. Na opinião dela, esse profissional convive muito tempo com os alunos e lida com demandas diversas e contraditórias e não tem com quem conversar. "Assim, o médico é a figura que pode ajudar e que, em último caso, pode afastá-lo da sala de aula, e isso pode aumentar ainda mais a sua angústia."

Sandra de Almeida, da UCB: "Por que se apresentar como um sofredor? O fingimento também tem valor psíquico"

"A leitura que faço é de como podemos intervir no âmbito da formação de pessoal", explica. Sua proposta é resgatar a memória educativa desse professor para entender como alguns expostos às mesmas condições conseguem fazer algo criativo e outros caem na depressão. Identificar sua história como estudante, ideais educativos.

Fazer com que ele perceba que não é o único a ter problemas psicológicos e que pode encontrar soluções por meio de relações interpessoais. "Ele precisa se interrogar, caso contrário, não há o que fazer."

Vale a pena tentar entender o que aflige e adoece o professor brasileiro, esse indivíduo difícil de ser explicado. Afinal, segundo a pesquisa realizada pela UnB, esse trabalhador, com todos os problemas que enfrenta, ainda pertence a uma categoria que apresenta índices de satisfação profissional próximos de 90%.


Fonte: Revista Educação

Gramática legal...

Para vcs q gostam de discutir relação, coloque uma "vírgula" na frase abaixo:


"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura".

  • Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de "mulher".....
  • Se você for homem, certamente colocou a vírgula depois de "tem".....

valeu!

TRICOLOR - Repatriados vêem São Paulo como ponte à seleção

Jogadores usam holofotes da mídia para reaparecer no futebol; clube exalta 'olho clínico' de comissão técnica e utiliza Reffis para atrair atletas ligados ao futebol europeu.

Repatriados pelo São Paulo, o zagueiro Miranda e o atacante Marcel saíram praticamente desconhecidos do país. A proximidade com a mídia nacional e torcedores, algo que não tiveram no Coritiba, clube que os revelou, é um fator determinante para a chegada à seleção brasileira, apontam os atletas.

"Voltar para um grande clube e estar perto da seleção pesaram em minha decisão. Aqui a imprensa ajuda exatamente no fato de você ficar conhecido e ganhar chance de ir para a seleção", afirmou Miranda, que deixou o Sochaux-FRA para acertar com a equipe do Morumbi.

O atacante Marcel acrescenta as modernas instalações existentes no São Paulo, que fazem diminuir a sensação de ter deixado o Benfica-POR. A estrutura médica montada pelo time do Morumbi, por exemplo, serve também de chamariz para atrair jogadores.

"O São Paulo tem estrutura semelhante ou até melhor do que os clubes de ponta na Europa. Aqui o técnico da seleção está mais perto e isso, sem dúvida, motiva mais. Além disso, tive motivos particulares para voltar ao Brasil. Queria minha família no país", disse Marcel.

Especialista em indicar atletas esquecidos pelo mundo afora, o auxiliar técnico do São Paulo, Milton Cruz, entende que o clube é mestre em recuperar de atletas em baixa. Cruz arrisca em dizer que a agremiação que ceder atleta temporariamente ao São Paulo terá retorno financeiro certo.

"O São Paulo é uma vitrine. Posso dizer que vale a pena emprestar um jogador para o São Paulo. Ele sai daqui valorizado. Temos os casos do Amoroso, do Ricardo Oliveira e do próprio Miranda, que chegaram na incerteza e honraram a camisa", gaba-se Milton Cruz.

Valeu!

10 de mar. de 2007

VEJAM COMO HOMEM SOFRE!!! -

Se é atencioso.........................é bunda-mole-
Se não é..................................é grosso.-
Se trata a mulher com carinho.......é assim que trata a todas-
Se chama a mulher pelo nome..........é frio e distante-
Se chega cedo em casa..........está marcando em cima-
Se chega tarde em casa...............está traindo-
Se "comparece" todo dia............é maníaco sexual-
Se "não comparece"............ou é viado ou tem outra-
Se elogia a mulher........................é mentiroso.-
Se critica.....................é porque não a ama mais.-
Se diz-se feliz no casamento............é hipócrita.-
Se diz-se insatisfeito......................... ingrato.-
Se não tem dinheiro.......................é fracassado.-
Se tem muito dinheiro......................é corno.-
Se não comemora aniversário de casamento.......é porque está se lixando-
Se comemora..........................foi alguém que lembrou.-
Se procura outras atividades.............não sabe o que quer da vida-
Se não procura...........................é um vagabundo.-
Se não ajuda nas tarefas do lar...............é machista.-
Se ajuda........................só faz merda

!!!!VIRAM COMO A GENTE SOFRE NA MÃO DE VOCÊS MULHERES???

Fonte: e-mail

O que sou mesmo?

Na ficha do dentista, apareço como cliente.
No restaurante, sou freguês.
Quando alugo uma casa, sou inquilino.
Na condução, sou passageiro.
Nos correios, sou remetente.
Na casa do Papai, sou Filho
Na Loja Maçônica , sou Irmão.
Na Faculdade, sou estudante.
No supermercado, sou consumidor.
Para a Receita Federal, sou contribuinte.
Com o prazo vencido, sou inadimplente,Se não pago, sou sonegador.
Para votar, sou eleitor.
No comício, sou massa.
Em viagem, sou turista.
Na rua, caminhando, sou pedestre,Se me atropelam, viro acidentado.No hospital, me transformo em paciente.
Para os jornais, sou vitima.
Se compro um livro, viro leitor.
Se ligo o rádio, sou ouvinte.
Para o IBOPE, sou espectador.
No futebol, eu, que já fui torcedor, virei galera.
E, quando morrer, ninguém vai se lembrar do meu nome:Vão me chamar de finado, extinto, defunto, de cujus e, em certos círculos, até de desencarnado.

E O PIOR: PARA O GOVERNO EU SOU MAIS UM IMBECIL.

Fonte: e-mail

4 de dez. de 2006

São Paulo segue entre os dez melhores do planeta

Internacional é o segundo melhor

O São Paulo continua sendo reconhecido, nacional e internacionalmente, pelo bom trabalho apresentado desde 2005, quando teve início a doce rotina de conquistar títulos. A equipe paulista é a oitava colocada no ranking da Federação de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), entidade que escolhe os melhores clubes do mundo anulamente e faz uma divulgação mensal das posições dos clubes.

Na lista desta segunda-feira, o Tricolor aparece empatado com o Lyon, pentacampeão francês, e à frente de Arsenal (10º), Real Madrid (23º) e Manchester United (38º).

O segundo clube do Brasil na lista é o Internacional, na 14ª colocação. Bem atrás, o primeiro do país a aparecer é o Goiás (49º). O clube esmeraldino acabou o Brasileirão na oitava colocação. Em seguida, o Corinthians (54º), que realizou péssima temporada. Vasco (87º) e Flamengo (113º), clubes do Rio que tveram bom ano - o primeiro foi sexto colocado do Brasileirão, e o segundo, campeão da Copa do Brasil -, são o sétimo e nono melhores times do Brasil, segundo a IFFHS.

O líder do ranking é o Sevilla, terceiro colocado no Campeonato Espanhol e atual campeão da Copa da Uefa. Mais um absurdo da lista é a presença do Rapid Bucareste, da Romênia, no sétimo lugar.

A equipe está em terceiro lugar no Grupo G da Copa da Uefa, apenas a segunda competição de maior importância na Europa, e ocupa a mesma posição no Campeonato Romeno, dez pontos atrás do líder Dínamo Bucareste.

Confira os dez melhores clubes do mundo segundo o IFFHS:

1. Sevilla (ESP)
2. Milan (ITA)
3. Roma (ITA)
4. Internazionale(ITA)
5. Liverpool (ING)
6. Rapid Bucareste (ROM)
7. Barcelona (ESP)
8. São Paulo (BRA)
9. Lyon (FRA)
10. Arsenal(ING)

Vixe!

28 de out. de 2006

Livros gratuitos ensinam a criar blogs, fotologs e podcasts - Terra - Internet

Uma coleção de livros eletrônicos está disponível totalmente de graça para os usuários que querem entrar na onda dos blogs, fotologs, podcasting e outras ferramentas de comunicação e interação na Web. Os títulos foram produzidos sob a licença Creative Commons, pelos jornalistas Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei.

Fonte: Terra

10 de set. de 2006

Em Monza (2006), Schumi anuncia sua aposentadoria em 2007

Muitos torcem o nariz para ele e não é para menos: arrogante, dono de uma competitividade que ultrapassa os limites da ética e de um temperamento frio, Michael Schumacher está longe da imagem de ídolo esportivo. Porém, goste a torcida ou não, os números insistem em colocar este alemão de Hürth-Hermülheim no lugar de maior piloto da Fórmula 1 de todos os tempos.

Com o anúncio da aposentadoria de Schumacher no final do ano, encerra-se uma era não só na categoria, mas também do automobilismo. Afinal, Schumacher detém nada menos que todos os recordes da Fórmula 1: além dos sete títulos mundiais, dois a mais que o segundo colocado, o argentino Juan Manuel Fangio, ele é o piloto que mais vezes cruzou a linha de chegada em primeiro lugar (90) e o que mais saiu da pole (68). Como se não bastasse, Michael também é o dono do maior número de voltas mais rápidas (75) e de pontos (1355).

Entretanto, mesmo a racionalidade dos números não consegue convencer os detratores do ídolo. Piloto que era visto como a maior ameaça à supremacia de Ayrton Senna, após a despedida de Alain Prost, Schumacher jamais pôde duelar em iguais condições contra o piloto brasileiro, morto em um acidente em maio de 1994. Com isso, uma incômoda questão persegue Schumi: até onde ele iria se o então tricampeão mundial não passasse reto na curva Tamburello?

Consciente de que esta discussão nunca terá fim, Schumacher se refere a Senna com respeito, mas evita comentar o assunto. Porém, faz questão de deixar claro que nunca foi um fã de carteirinha do brasileiro “Honestamente nunca quis imitar ninguém. Sempre quis ser eu mesmo. As pessoas tentam me comparar a outros pilotos do passado, eu sempre me recusei a aceitar as comparações”, comentou.

Outra provocação que Schumacher sempre foi obrigado a conviver é a acusação de que seus maiores adversários possuíam um nível inferior aos dos grandes rivais do brasileiro. Até mesmo Flavio Briatore, atual chefe da Renault e homem que o lançou na Fórmula 1, já chegou a dar declarações neste sentido.

“Ele chegou aqui em um momento adequado. Não tinha Ayrton Senna, Nigel Mansell e Alain Prost havia se aposentado”, opinou o dirigente. “Apenas Damon Hill e Mika Hakkinen estavam no grid. De algum modo, Michael teve sorte”, reconheceu.

Polêmico, Schumacher não é nem de longe um dos pilotos mais querido dos bastidores. Que diga Rubens Barrichello, companheiro de equipe do heptacampeão por seis anos consecutivos. “Nunca fomos amigos, amigos”, afirmou o brasileiro ainda em 2005. A declaração se referia aos claros privilégios que Schumacher sempre possuiu na Ferrari. “Lá o espaço não era tão igual para dois pilotos tentarem o mesmo objetivo”, emendou.

Campeão do mundo, o canadense Jacques Villeneuve talvez seja o maior desafeto público de Schumi. E com a sua dose de razão: na decisão da temporada de 1997, disputada em Jerez de la Frontera, o alemão simplesmente jogou sua Ferrari em cima da Williams do rival, repetindo a manobra que lhe deu seu primeiro título, feita em cima de Damon Hill.

Porém, na segunda oportunidade o golpe não deu certo e Schumacher foi parar na caixa de brita. Para piorar, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) considerou a atitude antidesportiva e o desclassificou da prova.

“O Michael só não é um grande campeão porque usa muitos truques sujos e porque não é um grande ser humano. O Senna jogou sujo também, mas fez com classe. Quando ele tirou o Prost da corrida de Suzuka, em 1990, avisou, antes da corrida, que ia fazer isso. Eu realmente não acho que o Michael ficará na memória das pessoas”, disparou Villeneuve.

Frio, Schumacher não se importa com os detratores, ao menos publicamente. Logo após o episódio onde o ferrarista parou seu carro durante os treinos classificatórios de Mônaco, supostamente para prejudicar Fernando Alonso, Damon Hill resumiu, de uma maneira inusitada, a postura de Schumacher. “Ele é como um rinocerante, pois parece sempre impenetrável quando recebe críticas. Tenho a sensação que ele não está nem aí para elas”, analisa.

Por outro lado, depois de tantas temporadas impecáveis, o alemão também recebe inúmeros elogios. “Estou feliz por tê-lo na minha equipe porque é o campeão mais importante que existe”, acredita o presidente do grupo Fiat, proprietário da Ferrari, Luca di Montezemolo. “Considero Michael Schumacher o melhor piloto que já correu pela Ferrari. Não estou falando apenas de velocidade, mas sim de consistência. Ele tem um bom relacionamento com a equipe até quando as coisas não vão bem”, completou.

Ex-piloto da Ferrari, o austríaco Gehard Berger acredita que a disputa de 16 temporadas é suficiente para Schumi. Mais um pouco, ele corre o risco de manchar a sua imagem. “É a altura para o Michael sair. Se ele ganhar o campeonato este ano, o timing fica perfeito. Ele está na Fórmula 1 há muito tempo, mas está envelhecendo. Todos nós tivemos que lutar contra esse fenômeno. Chega uma hora em que é preciso parar”, resume.

Fonte: Gazeta esportiva

Valeu!