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12 de jul. de 2007
Bolívia pede reunião urgente com Brasil sobre usinas do Madeira
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Corinthians e MSI denunciados na Justiça
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Argentina prepara Mundial de futebol gay!!!!!!
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Não é o que parece...
Texto abordando algumas das histórias que costumamos ouvir desde
criança e que na maioria das vezes, não possuem dados científicos que as
comprovem. Veja alguns exemplos:
COMER MASSA À NOITE ENGORDA MAIS
FAZER ALONGAMENTO DEIXA A PESSOA MAIS ALTA
DURANTE A GRAVIDEZ, É OBRIGATÓRIO FAZER UMA CONSULTA POR MÊS
CASPA É CONTAGIOSA
ÁGUA COM SAL COMBATE CONJUNTIVITE
VASECTOMIA CAUSA IMPOTÊNCIA
Leia mais...Fonte: Folha de São Paulo
http://familiaramosdelima.blogspot.com
Flickr agora em português. Você cria, todo mundo vê. Saiba mais.
11 de jul. de 2007
Emprego no serviço público - sonho dos jovem de hoje
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado brasileiro emprega atualmente mais de nove milhões de pessoas. A estimativa é de que, pelo menos, outros cinco milhões tenham se inscrito em concursos promovidos País afora para preencher vagas em repartições públicas federais, estaduais e municipais. Leia mais
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10 de jul. de 2007
UNESP Ourinhos mobiliza-se contra o plantio de eucalipto em área urbana
Eucaliptos foram plantados em vários bairros, desde o início do ano, e novas áreas continuam sendo preparadas para plantio em detrimento da Lei Complementar 499/2006, que trata do Plano Diretor e proíbe qualquer prática agrícola ou extrativista em solo destinado a fins urbanos.
Um dos problemas que desencadeou a mobilização contra os plantios foi o temor de que as árvores, que podem atingir 50 m de altura, possam servir de esconderijo para marginais, afetando a segurança dos estudantes que percorrem a Av. Vitalina Marcusso para se dirigirem à UNESP e à vizinha Fatec, bem como dos moradores dos bairros próximos.
Nas margens dessa avenida e ao redor da UNESP as plantações já tingem a altura de 1 metro. Reuniões semanais vêm ocorrendo na Universidade a fim de discutir estratégias para a retirada dos eucaliptos dessas áreas. Segundo artigo apresentado pela professora Luciene Cristina Risso, a monocultura do eucalipto, além de acarretar impactos negativos à biodiversidade local, oferece riscos de incêndio, porque esta planta possui uma composição carburente, devido ao seu óleo vegetal.
Outros prejuízos oferecidos por essa plantação são debatidos sistematicamente, como a grande barreira a livre circulação dos ventos que inviabiliza o bom funcionamento da torre meteorológica da UNESP, a segregação espacial e a especulação imobiliária, pois estas áreas plantadas geram um obstáculo à expansão da cidade e um fator de isolamento da UNESP e Fatec em relação aos outros bairros.
Fonte: Unesp
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6 de jul. de 2007
Essa é quente da Fórmula 1
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Você aprende que...
E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve.
Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu do que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrarou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
William Shakespeare
Fonte: e-mail
3 de jul. de 2007
A Maldição do 11
01. New York City tem 11 letras.
02. Afeganistão tem 11 letras.
03. "The Pentagon" tem 11 letras.
04. George W. Bush tem 11 letras.
05. Nova Iorque é o estado Nº 11 dos EUA.
06. O primeiro dos vôos que bateu contra as Torres Gêmeas era o Nº11.
07. O vôo Nº11 levava a bordo 92 passageiros, que somando as cifras dá: 9+2.
08. O segundo vôo que também bateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, somando dá: 6+5=11
09. As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254: 2+5+4.
10. O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4.
11. A partir do 11 de setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.
12. Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de Nova Iorque na Centúria número 11 dos seus versos...
13. As Torres gêmeas tinham a forma de um gigantesco número 11.
14. O atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004, que somado dá: 1+1+3+2+4=11
15. O atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de New York, que somando também da 11.
16. Corinthians, tem 11 letras, tem 11 jogadores e sua fundação foi em 1910, que somando: 1+9+1+0=11
CONCLUSÃO DE TUDO ISSO: Bin Laden é Corinthiano!!!!!
Fonte: e-mail
Marcos Lima - " Nós somos a soma das nossas decisões."
Novo
29 de jun. de 2007
MAIS UMA HISTÓRIA TRISTE........
Deixa eu escrever antes que eu me esqueça (como acordar repetindo um sonho pra não deixá-lo fugir).
Ainda estou com o nariz vermelho, de chorar. Pois é, chorei. Na rua, duas vezes, engolindo e deixando o narizão avermelhar, quando passei numa quadra menos movimentada. Carregando o meu skate, pesado, pendurado atrás das costas pelos braços. Chorava a cada vez que imaginava não mais usá-lo. Ai.
Voltando pra casa, à pé, sábado de sol maravilhoso, um fim de tarde, que eu adoro, ao ar livre, sol na pele, corpo em movimento. Pois bem, eu falo.
...Como é que se fala de uma angústia? Violência, segregação, roubo. Me senti roubada, alijada de um direito. Como é que se fala de uma coisa que, ao mesmo tempo, sei que não vai ter solução, não vai voltar atrás, que não adianta reclamar?
Uma pracinha. Especial. Uma pracinha gostosa. Duas quadras de eucaliptos, só com casas ao redor, e asfalto lisinho, com uma inclinação suave o suficiente para ser perfeita para andar de skate. É, eu tenho 30 anos e ando de skate, ainda. Mas só nessa pracinha. Perto de casa, sol gostoso, poucos carros passando, nossa... Uma praia. Eu ando de skate no estilo "masters", digamos. Significa que não faço manobras arriscadas, nem piruetas, nem derrapagens. Não tenho mais idade, físico, pernas nem dedicação para tanto. Uso um skate chamado longboard. É maior do que o convencional (o das acrobacias) e anda mais suave. Explico.
Ele desliza suave o suficiente para descer as duas quadras da pracinha em ziguezague, fazendo um "S" infinito, de um lado ao outro da rua, dobrando os joelhos de leve nas curvas, sem chegar a derrapar. O vento no rosto, o asfalto passando embaixo dos pés, o corpo em perfeita harmonia com o skate, a onda. É um zuuum, uma dança, um bailado pracinha abaixo, até chegar ao sinal no fim da rua. Aí, na última curva completo o círculo, quase sempre com os dois braços para o alto, agradecendo a Iemanjá. É como surfar. Como deve ser surfar, porque eu nunca surfei.
Não tenho grana, tempo, casa na praia, prancha nem braço pra surfar. Mas de vez em quando escapo da vida urbana e curto um fim de tarde na minha praia, logo ali, a pracinha perto de casa. Fazia uns três meses que eu não ia. Hoje, fui à pé. Carreguei o skate nos braços pelo bairro. É difícil andar de skate nas ruas de São Paulo. Tem muito carro, o asfalto é grosso demais, as calçadas são quebradas, enfim, não dá. Menos ainda com um long como o meu. Só na pracinha.
Quando a alcanço, pela rua debaixo, estranho não ver ninguém de skate. Mal dá tempo de imaginar o porquê, e vejo. O horror. A violência. A sacanagem. O roubo. Violentaram o asfalto lisinho da praça com uma faixa de paralelepípedos, de dois metros de largura, de lado a lado da rua. Como se fosse uma lombada, mas no mesmo nível do asfalto. Apenas o suficiente para impedir um skate de passar. Para os carros, tudo certo, é claro. Não acredito. A rua é de quem? Deles? Como assim?
Não é apenas uma faixa. A cada dez ou vinte metros vejo um mata-burros para skate, na praça toda. Apenas o suficiente para impedir a evolução, o vento no rosto, as curvas, a harmonia.
E para impedir, dirão os donos da rua, a bagunça nas tardes de sábado e domingo, o barulho das derrapadas, o auê de moleques dependurados nos carros, de carona pracinha acima. Ou, ainda pior, as pichações, a maconha. Nem todos são pichadores, nem todos fumam maconha. Mas todos são, ou eram, moleques querendo algum desafogo. Um pouco de rua, de sol, de paz.
Agora já era. Me senti como uma mal vestida impedida de entrar no shopping center. Sabe humilhação? Mas pior, porque é na rua. Na bendita rua, último refúgio da urbanidade, da convivência, da tolerância, do vento, das curvas.
Ai, estou triste demais. Com a cidade, com a vida, com a lembrança horrível de quando uma vez, criança, eu perguntei para a minha mãe o que eram aquelas notícias no jornal e ela disse: "É que o mundo é assim, filha, vai ficando a cada dia pior". Passei a vida tentando não concordar com isso. E envelheço. Tenho 30 anos e descubro que não posso mais andar de skate num sábado ensolarado, na pracinha do bairro. E choro. Acho que ainda sou criança. Tanta porrada na vida e ainda choro, ainda lamento, ainda sento aqui pra escrever sobre isso. Tentar gritar.
Antes de caminhar de volta pra casa, refiz o trajeto da descida uma última vez. Com os pedacinhos que sobraram de asfalto liso. Começa, faz duas curvas, pára. Pega o skate, anda três passos, volta. Faz duas curvas, repete tudo. Até o fim. Uma despedida terrível, que me fez e me faz, de novo, chorar aqui. Não tem mais surf na cidade. Não tem mais pracinha. Agora ela é dos que residem em frente e, provavelmente, entre si, votaram pelo fim da maloqueirada do skate. Marginais.
Quando estou triste, às vezes me vem na cabeça a melodia de alguma música. Sem perceber, começo a cantarolar o verso e ele sempre traduz o que estou sentido. Hoje, uma pichação também ajudou. Dizia "flor do meu sertão", como as pichações dos anos 80, que diziam coisas. E a música veio. Mutantes. "Adeus, vou-me embora, pracinha, fulô do meu coração. Eu voltarei qualquer dia, é só chover no sertão".
E a seca mal começou.
Copiado descaradamente sim!
Fonte: Phydia de Athayde
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